Eddie Gomes

Populacionismo

Pode ser que eu seja interpretado como uma pessoa insensível, mas entendo que, em uma era onde as pessoas são mais sensíveis a determinadas questões, é importante termos cuidado com o que falamos.

O mundo inteiro, principalmente países menos desenvolvidos, estão sofrendo com desastres naturais, como tragédias, temporais, tsunamis, grandes chuvas, terremotos e alagamentos, além da pobreza.

O populacionismo vem crescendo desenfreadamente, mas é notório que há um interesse político nisso, já que isso pode gerar renda para empresários e políticos, que podem facilmente manipular a massa de manobra.

Uma grande população desenfreada, com muitos filhos em uma única família, ou mesmo uma família com apenas um filho e sem pai, pode levar a um desequilíbrio familiar. Essas crianças crescem sem atenção, educação adequada e com um desnível sociológico e psicológico. A enorme quantidade de pessoas que nasceram nos últimos 30 anos são pobres e isso tem levado a um aumento da pobreza, com inúmeras casas precárias, palafitas, casas em terrenos irregulares, lixo jogado em qualquer lugar, moradores de rua e usuários de drogas em larga quantidade, o que é um reflexo do populacionismo.

Mas Eddie Gomes II, como podemos lidar com isso? A educação começa em casa e é preocupante ver crianças de apenas 10 ou 12 anos já grávidas. É difícil encontrar jovens de até 30 anos com uma vida financeira realizada, sem filhos e com um bom emprego. É comum ver jovens meninas com muitos filhos, sem estudo, sem estrutura financeira, sem apoio familiar e sem um futuro claro, além de suas próprias expectativas de vida, que “estão sempre certas e a vida é delas”.

O desequilíbrio populacional terá consequências para todos nós, seja na forma de desastres naturais, violência nas ruas ou problemas de saúde pública.

Pra não ficar um texto longo, o populacionismo na história é algo mundial.

É de interesse de cada Pais se colonizar para que assegurasse o terreno local, com isso, eram enviado famílias e até escórias da Inglaterra para uma colonização, como nos Estados Unidos.

No Brasil, e algumas cidades na época não foi diferente, quando mais populoso, mais dinheiro. Hoje, o cenário não mudou, quanto mais populoso, mais IPTU, mais investimento vindo de parlamentos, mas empresários, mais propinas, descontrole de gastos públicos, e, claro, mais faciliade de manipulação nas eleições com situações ruins de vida em péssimos locais de moradia.

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